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Artigo adicionado em 13/11/2006, às 11:13

Review ::: CD ::: BLACK ANTHEM (Gemini Five)
Tá de palhaçada?

Por
Thiago "El Cid" Cardim


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Uma noite, enquanto descansava de suas apresentações na Europa, Marilyn Manson resolveu dar uma passadinha na Suécia. Lá chegando, foi ao principal bar de rock do país e, entre uma cerveja e outra, conheceu os caras do Gemini Five, em pleno processo de gravação do seu novo disco. Já meio bêbados, eles acabaram ficando amigos. Daquele tipo de amizade que qualquer mesa de boteco permite. E do meio das piadas sobre a mulherada do local, veio o convite: “ei, que tal se você produzisse o nosso álbum?”. Manson topou na hora. E assim nascia Black Anthem.

Ok, o relato acima é uma mentira deslavada – até porque o real produtor de “Black Anthem” é um tal Peer Stappe. Mas a história serve claramente para descrever a nova cara do som dos suecos do Gemini Five em seu segundo álbum. Diferente do hard rock nitidamente despretensioso e oitentista do debut Babylon Rockets (2003), em “Black Anthem” somos apresentados a uma sonoridade que tenta misturar o experimental e industrial de nomes como o próprio Manson e Nine Inch Nails ao gostinho do hard rock norte-americano. Reciclar é uma iniciativa louvável, com certeza. Pena que o resultado, neste caso, tenha sido sofrível.

“Babylon Rockets” não era perfeito, mas era bem divertido, com ares de juventude, com energia, com força de vontade e, principalmente, com uma elogiável autenticidade. Em “Black Anthem”, o que se pode ouvir deste quarteto da Suécia é uma tentativa forçada de parecer moderninho, metido a gótico, talvez em busca das fãs do Evanescence. O som mudou, o visual mudou, até as letras mudaram. Tudo ficou mais dark, mais sombrio, enaltecendo amores perdidos e segredos sinistros. E não colou. Ficou com uma inegável cara de picaretagem.

Já na intro, Babylon K:A:O:S, o ouvinte sente o que vem pela frente. E logo na primeira faixa, Flesh For Fantasy, os efeitos e a voz modificada eletronicamente de Tin Star soam totalmente como Manson, sem tirar e nem pôr. E o frontman segue assim até o final, alternando momentos que lembram o “antichrist superstar” com entonações que remetem a Scott Weiland, do Velvet Revolver (em “Bring On The Monkey” ou “Heaven Come Undone”, por exemplo). Tudo completamente artificial.

Insane is Sane, a faixa de número 9, até que joga uma luz de interesse sobre o material, materializando um hard rockão poderoso e cheio de potencial. Ôpa. Mas neste ponto, “Black Anthem” já está próximo do final, e a coisa não parece disposta a melhorar até lá. E com a baladinha anti-climax Silent Night, encerra-se um álbum que deveria consolidar a carreira internacional destes superstars suecos – mas que, ao contrário, só revela um grupo ainda confuso e sem muito a acrescentar. Uma pena. Quem sabe na próxima.

Ah, sim, é necessário que se faça uma última ressalva: ter um encarte bem trabalhado e uma embalagem bacana são dois dos principais motivos que levam alguém a adquirir um CD original, não? Pois é. Assim sendo, “Black Anthem” é um fortíssimo candidato a pirataria. Definitivamente, é um dos encartes mais feios que eu já vi – com fotos parecendo JPEG estourados, efeitos banais típicos do designer que acaba de conhecer o Photoshop e logomarca que poderia muito bem ter surgido no jurássico Paintbrush. Simplesmente horroroso.

Line-up:
Tin Star – Vocal e Guitarra
Snoopy – Guitarra
Hot Rod – Baixo
Slim Pete – Bateria

Tracklist:
1. Babylon K:A:O:S
2. Flesh:For:Fantasy
3. When the body speaks
4. Bring on the Monkey
5. Heaven come undone
6. You lead me to madness
7. Black:Anthem
8. Making Love Song
9. Insane is Sane
10. Second II None
11. Love Venus
12. Sinners Parade
13. Silent Night

Gravadora:
Hellion Records

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