A ARCA - A arte em ser do contra!
 
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Artigo adicionado em 11/10/2006, às 05:54

::: OK ::: EU NÃO AGUENTO MAIS VOCÊ! (sem imagens)
No cinema, na TV, nos quadrinhos, na música e na vida, quem são as pessoas que A ARCA não agüenta mais!

Por
Thiago "El Cid" Cardim


Acusado: GWYNETH PALTROW
Acusação: Síndrome de “Sou A Melhor Atriz Da Minha Geração”
Argumento: Talvez tenha sido o casamento com o mala do vocalista do Coldplay, sei lá. Ou talvez o Oscar (contestável, é verdade) arrebatado com “Shakespeare Apaixonado”. Mas o fato é que Paltrow acabou tornando-se, durante algum tempo, a favorita da imprensa especializada, que louvava aos quatro cantos seus dotes interpretativos. Bingo: a moça acreditou. Empinou o nariz, se empertigou toda e assumiu uma postura arrogante de “eu sou o máximo”. No fim das contas, vieram uma série de atuações superestimadas, como em “Mais Que O Acaso” (2000), “Aniversário de Casamento” (2001), “Possessão” (2001), “Sylvia – Paixão Além de Palavras” (2003) e “A Prova” (2005). E até o bobinho “Voando Alto” (2003), do brasileiro Bruno Barreto, e o vergonhoso O Amor é Cego (2001) ela fez. Ah, então é isso que a gente apronta depois que ganha um Oscar?
Troque Por: Cate Blanchett. Magrinha, loirinha…mas uma atriz muito mais completa.

Acusado: TOM CRUISE
Acusação: Síndrome de “Eu Sou O Rei dos Tablóides”
Argumento: Já não é de hoje que os jornalistas especializados em fofocas escolhem a sua vítima da vez. Mas o ruim é quando o alvo resolve gostar da brincadeira e começa a dar todo tipo de declaração polêmica e aprontar qualquer maluquice só para ficar em evidência na mídia. Foi o caso de Paris Hilton…e também do baixinho Tom Cruise, que não parou de disparar seus petardos aqui e ali, seja saltitando no programa da Oprah, seja criticando Brooke Shields. O que importa é atenção. Misture no caldo a polêmica Cientologia, seu casamento com Kate Holmes e o nascimento da filha Suri…e pronto! Interpretação? Ah, isso é fácil. Me manda aí Minority Report, mais uns “Missão: Impossível” e Guerra dos Mundos, eu faço a mesma cara em todos eles e tá firmeza. E pensar que em Colateral deu até para pensar que Cruise estava disposto a soltar as amarras dos personagens óbvios…Acorde, homem: você é ator, não uma socialite patricinha!
Troque Por: Brad Pitt. Mais bonitão, mais divertido e muito mais ousado na escolha de seus papéis.

Acusado: IRMÃOS WAYANS
Acusação: Síndrome de “Olha Só Como Somos Engraçados”
Argumento: Qualquer um com um mínimo de bom-senso sabe que a inclusão destes indivíduos aqui é plenamente justificável, mas mesmo assim, vale à pena explicar mais uma vez. Damon Wayans, por exemplo, conseguiu sua redenção com a simpática série “Me, My Wife and Kids”. Então, por que diabos seus irmãos Marlon, Keenen Ivory e Shawn não aprenderam com ele? Por que diabos eles insistem em nos enfiar goela abaixo pseudo-comédias como “Todo Mundo em Pânico”, “Todo Mundo em Pânico 2”, “As Branquelas” e o recente O Pequenino e ainda querem que a gente ache engraçado? Os Wayans são a epítome desta mania imbecil dos americanos em achar que é só colocar pintos, peitos, bundas, peidos, vômitos e arrotos que um filme fica engraçado…
Troque Por: Edgar Wright e Simon Pegg. Veja “Todo Mundo Quase Morto” e entenda o porquê.

Acusado: ADAM SANDLER
Acusação: Síndrome de “Sou O Humorista Favorito da América”
Argumento: Sandler participou do “Saturday Night Live” por volta de 1995. E desde então, perdeu totalmente a graça. E isso é sério. Mesmo. Diabos, não só os personagens de Sandler em filmes como “Billy Madison – Um Herdeiro Bobalhão” (95), “O Rei da Água” (98), “O Paizão” (99), “Little Nicky” (2000), “A Herança de Mr.Deeds” (2002), Tratamento de Choque (2003), “Golpe Baixo” (2005) e Click (2006) são praticamente idênticos – como temos uma teoria de que todas estas produções são rigorosamente a mesma! Tire um elemento daqui, adicione outro ali e está pronto. Um novo filme no capricho. Com as mesmas piadas e tudo mais! Assista e comprove.
Troque Por: Paul Giamatti. Ele também tem cara de bom moço, também é bonachão, mas quando interpreta, seja comédia ou drama…Wow. Dá até para perdoar que ele tenha feito Sideways.

Acusado: WILL FERRELL
Acusação: Síndrome de “Vejam Só Como Eu Sou Politicamente Incorreto”
Argumento: Se os EUA se convenceram de que Will Ferrell é atualmente o maior nome do humor no país, tudo bem. Não damos a mínima. Difícil é quando eles resolvem vender esta idéia para o resto do planeta – e o pior: as pessoas começam a comprar o conceito! Vamos por partes: 1) Ferrell só é minimamente engraçado (com ênfase no “minimamente”) quando está em papéis coadjuvantes; 2) Assim como Sandler, o humor de Ferrell depende dos mesmos esquetes e mesmas caretas de sempre; e 3) Assim como os veteranos do “Zorra Total”, Ferrell só consegue ficar em cena gritando. Gritando. E gritando muito. Deus me livre.
Troque Por: Steve Carrell. Um sujeito que não precisa forçar para ser engraçado.

Acusado: LEONARDO DI CAPRIO
Acusação: Síndrome de “Só Quero Papéis Com Garantia De Indicação Ao Oscar”
Argumento: Depois de “Diário de um Adolescente”, tinha ficado claro o talento inerente de Di Caprio para a atuação, por mais que os seus detratores negassem a todo custo. Mas…veio “Titanic”. E a situação degringolou. Di Caprio interpretou a si mesmo em “Celebridade” (98), de Woody Allen, teve uma passagem sem muito brilho pelos independentes “A Praia” (2000) e “Conversa de Bar”(2001) e aí engrenou em uma busca desesperada pela estatueta máxima do cinema. Usou e abusou do drama em “Gangues de Nova York” (2002), Prenda-Me Se For Capaz (2002) e O Aviador (2004). E continua firme neste propósito, envolvido até agora apenas e tão somente em dramas: “Os Infiltrados” (mais um de Scorsese), “Blood Diamond”, “The Chancellor Manuscript” e, possivelmente, na cinebiografia “The Rise of Theodore Roosevelt”. Agora…cá entre nós…será que ele não percebeu que NÂO funciona? Em “Gangues…”, Daniel Day-Lewis rouba a sua cena. Em “Prenda-Me…”, é a vez de Christopher Walken. Em “O Aviador”, Cate Blanchett e John C.Reilly comem o rapaz com farinha. E reza a lenda que em “Os Infiltrados”, Jack Nicholson deixa o sujeito comendo poeira. Pois é…
Troque Por: Edward Norton. Também é jovem, da mesma geração que o Di Caprio, mas não passa a vida apegado ao rótulo de promissor, arriscando-se em papéis instigantes e diversificados.

Acusado: GISELE BÜNDCHEN
Acusação: Síndrome de “Sou A Brasileira Mais Importante Do Mundo”
Argumento: Ela pode ser bonita, elegante, e bláblábláblá. Tanto faz. O que irrita com relação à Gisele é a insistência da imprensa em transformá-la em fenômeno. Ela simplesmente não faz nada de relevante, de sensacional, de surpreendente. Ela só…desfila. Ela pode ser boa nisso. Mas não é suficiente para tanto bafafá, para tanto barulho. Sinceramente, não nos interessamos por quem é o novo namorado da moça. Os veículos de comunicação não param e vão alimentando a coisa toda. E ela fica mais famosa. Só por ser famosa. E temos aí uma bola de neve. E logo a moça está nos seriados, nos filmes (Mulher-Maravilha?!), nos talk shows, nos gibis…Haja saco. Depois as pessoas reclamam dos ex-BBBs.
Troque Por: Ana Hickmann. É modelo, é loira, mas é mais bonita, tem mais curvas e o principal: é mais divertida, mais “low profile” e com um papo muito melhor e mais interessante.

Acusado: LUANA PIOVANI
Acusação: Síndrome de “Sou A Meryl Streep Brasileira”
Argumento: Vamos abrir o jogo: apesar da moça (e de parte da indústria) achar o contrário, Luana Piovani não é a maior revelação da dramaturgia nacional nos últimos tempos. E também não é a salvação do cinema e nem do teatro nacionais. Seus talentos são apenas e tão somente medianos. E acabou. A frase acima, acerca de Meryl Streep, foi proferida por Bruno Barreto durante a coletiva de imprensa de O Casamento de Romeu e Julieta. Luana, envaidecida, adorou. Sabe-se que, no mesmo momento, Meryl Streep teve um surto neurótico inexplicável. Arrogante, Luana usa e abusa da imprensa quando bem entende – mas quando não está “no clima”, xinga, grita, bate, tira as calças e pisa em cima.
Troque Por: Alice Braga. Porque só a atuação da moça em “Cidade Baixa” já vale por toda a carreira da Luana Piovani.

Acusado: MICHAEL (LOST)
Acusação: Síndrome de “Estamos Perdidos Em Uma Ilha Bizarra E Eu Vou Ser O Cara Mais Chato do Mundo”
Argumento: É unânime entre os fãs de “Lost”: não há personagem mais pentelho do que o paizão do Walt. Ele se mete em briga de marido e mulher, grita em busca do filho, tenta dar lição de moral, grita mais em busca do filho, arruma confusão, grita ainda mais em busca do filho, reclama mais um pouco da vida, grita sem parar em busca do filho e, por último, antes de dormir, dá mais um grito só para não perder o costume. Se eu estivesse perdido há mais de um mês com este mala em uma ilha deserta, possivelmente já o teria enforcado com os cadarços do meu tênis.
Troque Por: John Locke. Porque ninguém diz a Locke o que ele não pode fazer.

Acusado: ROB LIEFELD
Acusação: Síndrome de “Não Existe Desenhista Mais Genial Do Que Eu”
Argumento: Sabemos que virou lugar comum falar mal do Liefeld. Tudo bem. Mas não dá para evitar. E ainda impressiona que editoras do porte da Marvel Comics e da Image Comics enxerguem no sujeito uma alternativa viável para revitalizar seus títulos. Deixemos de lado o fato de que ele simplesmente desenha mal e não tem a menor noção de anatomia. Mas o fato é que, além disso, seu traço é datado e sem qualquer sinal de evolução ou modernidade. Nem deliciosamente retrô, daquele tipo na medida certa para agradar os saudosistas, ele consegue ser – já que ninguém mais quer sequer lembrar da época “músculos sem cérebro” da Image. É tudo plástico demais, travado, sem carisma, sem inspiração. Chega destes “revivals” de “Heróis Renascem”, por favor. Liefeld cresceu, e não é mais a “revelação prodígio dos gibis”.
Troque Por: Bryan Hitch. Ele pode demorar para entregar o material. Mas quando entrega…benzadeus.

Acusado: WOLVERINE (HQ)
Acusação: Síndrome de “Sou Um Bad Boy Violento E Metido A Cool”
Argumento: Depois do crescimento perceptível na qualidade dos roteiros dos quadrinhos das duas principais editoras do mercado americano (Marvel e DC), o conceito dos super-heróis ganhou outras nuances. Basta ver a inteligência de “Crise de Identidade” ou os altos teores de crítica política em “Guerra Civil”. Vivemos a época de Bendis, Millar, Ellis, Johns, Morrison, todos injetando vigor nos combalidos títulos mensais. Assim sendo, é broxante ver que um personagem como o Wolverine continua sendo escrito da mesmíssima forma: vazio, bidimensional, sem conteúdo, sem motivações, guiado apenas e tão somente pela violência e pela velha desculpa do passado sombrio e obscuro. Já passou da hora de Logan sofrer uma reformulação geral, para adaptá-lo de vez aos novos tempos. Basta ver o humor negro que Garth Ennis imprimiu no Justiceiro, salvando-o das trevas do esquecimento.
Troque Por: Sawyer, de “Lost”. Pode ser um personagem de uma mídia diferente, mas é a cristalização de como se pode fazer um típico “bad boy” com profundidade.

Acusado: VENOM (HQ)
Acusação: Síndrome de “Sou Um Vilão Violento E Metido A Cool”
Argumento: Os fãs de Eddie Brock podem espernear, mas há de se admitir que o personagem, seguindo o conceito mais atual, em nada combina com as histórias do Homem-Aranha. Lembrança viva das bizarras “Guerras Secretas”, Venom é essencialmente um simbionte vindo do espaço e que quer vingança. Ponto. Onde isso se encaixa nas aventuras de um justiceiro urbano que combate bandidinhos de rua e ameaças puramente científicas e tecnológicas? Este papo de levar Parker para o espaço não cola mais. Não encaixa. E depois de ir e voltar para a condição de vilão algumas vezes, o Venom (quer seja Brock, quer seja MacGargan, o ex-Escorpião) vive em uma espécie de limbo criativo. Definitivamente, não é mais o “lado negro” do Homem-Aranha, mas sim um cara “irado” com dentes afiados e baba para todos os lados.
Troque Por: Venom Versão Ultimate. Quando a gente faz as coisas com um pouquinho de boa vontade, elas funcionam que é uma beleza. Louvado seja Bendis.

Acusado: SUPER-HOMEM (HQ)
Acusação: Síndrome de “Sou Um Super-Herói Perfeito Que Não Precisa De Mais Nada”.
Argumento: Pode vir “Crise de Identidade”, “Crise Infinita”, “52”, o diabo a quatro, não importa: o vazio nos roteiros mensais do Super-Homem continua. Isso porque, por mais que o Emílio Elfo chore, a maior parte dos roteiristas ainda enxerga o personagem como aquele sujeito engomadinho criado por Siegel e Shuster e imortalizado na era Curtis Swan das kryptonitas multicoloridas. As coisas mudaram, o mundo mudou…e até que enfim surgiram nomes como John Ney Rieber e Ed Brubaker para dar uma guinada no Capitão América pós-11 de setembro (isso se a gente não comentar o Capitão versão Ultimate, mais atual e tridimensional ainda). Por que o mesmo não pode acontecer com o Homem de Aço? O personagem tem tantas e tantas brechas criativas para serem desenvolvidas e que dariam roteiros maravilhosos…Ele é o último sobrevivente de um planeta morto. Ele se parece com um humano mas, no fundo, é um alienígena. Ele é o ser mais poderoso da Terra e não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. Ele foi criado para ser um sujeito conservador e quadrado em um mundo cada vez mais sombrio e cheio de nuances de cinza. Está na hora de começar. Mark Waid (“Reino do Amanhâ”) e Brad Meltzer (“Crise de Identidade”) que o digam.
Troque Por: Hyperion. O Super-Homem do jeito que o Super-Homem tinha que ser.

Acusado: PETE DOHERTY (EX-LIBERTINES)
Acusação: Síndrome do “Roqueiro Drogado, Sujo E Que Não Está Nem Aí”
Argumento: Se o Libertines que Doherty fundou ao lado de Carl Barat tivesse sido a “salvação do rock” que a revista inglesa New Musical Express esperava que fosse, tudo bem. Até dava para entender. Mas a banda não tinha nada de novo ou revolucionário, apenas chovia no molhado das promessas não cumpridas. Doherty saiu. Doherty se drogou à vontade. Doherty fundou os Babyshambles, que também não fedem e nem cheiram e dos quais ele logo se cansou também. Doherty foi processado por roubo e agressão. E…bem…a imprensa AINDA se interessa por ele? Por qual motivo? Só porque o sujeito é namorado da Kate Moss? Ah, em nome de Odin. Se ele ainda fizesse música que preste. Aliás, se ele ainda fizesse música, ainda dava para aturar estes desvarios de roqueiro. Mas nem isso ele é.
Troque Por: Tommy Lee (Baterista do Mötley Crüe). Ele também briga com Deus e todo mundo, também se droga, também arruma confusão com o resto da banda e ainda faz filmezinho pornô…mas, vejam só, continua tocando de verdade e fazendo shows com o grupo!

Acusado: PAUL DI ANNO (EX-IRON MAIDEN)
Acusação: Síndrome de “Eu Sou O Primeiro Vocalista do Iron Maiden”
Argumento: Não há nada mais chato do que alguém que não cresce e continua eternamente vivendo de passado. Paul Di Anno foi frontman do Iron Maiden nos dois primeiros discos do Iron Maiden – isso há mais de 20 anos. Mas vejam – o sujeito continua lançando repetidamente coletâneas com as músicas que cantava na época da Donzela de Ferro. Em seus shows, ele canta pouquíssimo do restrito material inédito que lançou em sua carreira solo, focando-se muito mais nas canções de sua antiga banda. E ainda associou a expressão “The Beast” ao seu nome, em biografias, títulos de DVDs ao vivo e afins – sendo que “The Number of The Beast”, o disco clássico do Maiden, não foi cantado por ele. E para piorar mais a situação, o cara ainda adora falar mal da atual fase do grupo, que acusa de ser comercial demais e etc etc.etc.
Troque Por: Bruce Dickinson. E tem alternativa melhor?

Acusado: CAETANO VELOSO
Acusação: Síndrome de “Sou O Mestre Absoluto E Soberano Da Música Popular Brasileira”
Argumento: Vamos deixar a Tropicália de lado por um sacrossanto momento e pensar: o que diabos Caetano Veloso fez de relevante nas últimas décadas para a nossa música? Zero. Caê foi alçado ao status de “gênio” por parte da imprensa mandante nos cadernos de cultura do eixo Rio-São Paulo e se sentou confortavelmente neste trono. Deixou os abadás de lado e assumiu o terno, o banquinho e o violão do mesmo João Gilberto que ele tanto criticara quando ainda era um cabeludo de bandana. Esbanjando soberba e arrogância, se enche de pompa e circunstância como o monarca reinante de nossa sonoridade. Salve Caê. Ave Caê. Ele usa gravata porque é rebelde, filho da p*. E conserta logo esta p*, MTVê.
Troque Por: Chico Buarque. O letrista mais genial da música em língua portuguesa…e um sujeito completamente simples e anti-estrela da MPB, que não dispensa uma cervejinha à beira da praia e o futebol com os amigos.

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